Projeto A vez do conto

Projeto A vez do conto O conto como escolha eficaz de leitura Jacira Fagundes Apresentação: O Projeto “A vez do conto”, de autoria da escritora Jacira Fagundes, visa expandir o interesse e a formação do hábito de leitura nas escolas públicas e particulares, com apoio no gênero de literatura– o conto – e sua forma mais reduzida – o mini conto. Justificativa: Em encontros de escolas públicas de Porto Alegre e cidades do interior do RS, a autora vem se defrontando com uma triste realidade. Tem constatado falta de interesse, principalmente do jovem e de alguns professores, quanto à leitura de obras literárias como atividade pertinente ao processo ensino-aprendizagem. Nas classes iniciais ainda persiste um interesse entre o alunado e professores, considerando-se a inclusão regular de projetos de leitura, hora do conto, apoio de bibliotecários, apoio das artes visuais, teatro, dança e as diversas atividades que a escola oferece ao longo do processo. À medida que o ensino torna-se mais complexo, estruturado por áreas ou disciplinas, processando-se de forma contuidista e disciplinar, consagra-se o afastamento da obra literária das atividades curriculares. Com exceção do professor de português ou de literatura, os demais professores passam a oportunizar poucas ou raras situações que envolvem literatura. Nem por isso deixa de ser uma preocupação da escola, a formação do hábito de leitura. A queixa de professores tem sido pertinente: o aluno não lê. Perguntado diretamente ao aluno “por que não lê”, as respostas apontam o “não gostar de ler” e o ser “chato e cansativo” o tempo de envolvimento com leitura. O professor vê-se num impasse e a leitura passa a ser algo obrigatório e contra producente. Torna-se necessário reconduzir o processo, conquistando o aluno para a atividade de leitura, desenvolvida com prazer, como necessidade de informação e conhecimento e ainda como iniciativa própria. Hoje, mais que ontem, o jovem vê-se contaminado pelos meios eletrônicos de comunicação. TV e INTERNET ganham em disparado o interesse em todos os campos, muitas vezes informando de maneira pouco clara e fidedigna; uma informação fácil e de imediato acesso, que possibilita, no caso da INTERNET, obediência a simples comandos copiar/colar/imprimir. Ações realizadas de forma automática, sem critérios de real entendimento, sem crítica, e principalmente sem assimilação do conhecimento necessário. É sabido que é através do texto literário que o hábito de leitura se forma. Porém, é preciso reconhecer o fato de a leitura de extensas obras literárias – sejam infanto-juvenis ou a dita literatura adulta – , tornarem-se exaustivas e desinteressantes para o aluno que não adquiriu o hábito de ler por iniciativa própria. Principalmente se comparada com os meios atuais de comunicação acelerada que constituem a maior parte do cotidiano hoje. O conto constitui unidade literária por excelência, uma vez que encerra uma narrativa com começo, meio e fim, e oferece a vantagem de uma narrativa curta, sem desvios do foco principal, concisa e de desenvolvimento mais instigante, mais limpo e ágil do que uma narrativa longa. A leitura de um conto despende menor tempo e assegura maior envolvimento do leitor não habituado a ler; além de estar em melhores condições de concorrência com os demais meios de comunicação que vem sendo utilizados. A leitura de contos e de mini contos pode ser a etapa que prepara para a leitura de maior porte, aquela em que apenas um pequeno percentual da população se dedica com disciplina. Aprender a gostar e desenvolver a prática de ler, através da leitura de contos – e também de mini contos e micro contos – pode significar um ganho em termos de aquisição do hábito e da formação de futuros leitores. Objetivo geral: Realizar oficina de leitura em escolas públicas e particulares, ou em espaços culturais tais como: livrarias, feiras, bibliotecas públicas e demais ambientes afins; com enfoque no gênero literário conto , promovendo o gosto e a formação do hábito de leitura– aprendizagens essenciais e permanentes no decorrer da vida humana Objetivos específicos: Reafirmar a importância da literatura na vida estudantil Estimular a leitura e a compreensão de textos nas diferentes áreas de ensino Direcionar o aluno na elaboração de um projeto de leitura segundo as próprias preferências e possibilidades. Público alvo: O projeto pretende atingir alunos do 5ª ano em diante, assim como professores e bibliotecários de escolas públicas e particulares, pais e interessados em geral. * Jacira Fagundes: Escritora, oficineira e artista plástica, natural de Porto Alegre/RS CONTATOS: www.jacirafagundes.com http://historiasquepintam.blogspot.com jamafag@projetospedagogicosdinamicos.com PPD indica o livro da autora: No limite dos sentidos – contos – Editora Movimento- 2009 No limite dos sentidos é mais que uma reunião de contos. É uma espécie de tear em que cada conto é um ponto bem trabalhado, planejado, feito para estar ali em harmonia com o conjunto. Assim o livro revela conflitos familiares perdidos no tempo e no espaço, ou nos nossos próprios tempo e espaço: uma família vela indiferente o corpo de matriarca, outra luta contra os parentes por determinada herança, um professor refugia-se da mulher num escritório onde transitam sapos, uma menina descobre o desejo nos braços de outra, uma mãe convence o filho a visitar o pai no “dia do pai”, um rapaz reencontra na primeira-dama da cidade seu primeiro amor. Histórias de amor, morte, desejo, silêncios que revelam muito de cada família, de cada um de nós. No limite dos sentidos é um pouco a nossa forma apressada de viver, na maioria das vezes no atropelo dos sentidos. A equipe PPD também realiza oficinas, cursos, palestras de incentivo à leitura nas escolas em todo país. Para maiores informações e solicitação de orçamento acesse: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/cursos.htm Para a plena leitura, exige-se mais do que a simples decifração dos caracteres. Hoje distingue-se entre analfabetismo total e analfabetismo funcional: faz-se referência a este quando uma pessoa, apesar de saber ler, escrever e executar operações aritméticas simples, possui um horizonte cultural tão limitado que carece de motivação para aproximar-se da informação disponível em forma de texto escrito, seja de caráter prático, seja de tipo cultural ou recreativo. Isso, evidentemente, torna inútil seu conhecimento das noções básicas de leitura e escrita e não lhe permite sair da situação de pobreza cultural que se acentua com o passar dos anos. Considera-se, portanto, que não basta ensinar a ler, mas é necessário criar o hábito da leitura. Promovem-se, para isso, no meio escolar e depois no meio habitual, ações de sensibilização e de animação para a leitura, com a criação de bibliotecas públicas ambulantes, a edição de livros de preço reduzido, clubes ou círculos de leitura etc. A tarefa de sensibilização para a leitura deve começar no período escolar e, assim como a própria aprendizagem da leitura, inserir-se na realidade circundante. As novas técnicas de ensino tornam a aprendizagem menos penosa e cansativa, deixando tempo e energias disponíveis para atividades de extensão cultural. Dessa forma, o aluno se liberta em parte da disciplina exigida pelo aprendizado regrado e pode desenvolver suas próprias preferências. A tarefa de incentivo à leitura deve apresentar-se com o atrativo das atividades lúdicas e insistir na vertente criativa. O estímulo deve ocorrer sob o signo da criatividade, para responder às exigências de aperfeiçoamento pessoal e assim suprimir a influência uniformizadora do ensino tradicional. O objetivo primordial é, acima de tudo, levar o leitor potencial a descobrir o valor lúdico do livro, que essa descoberta o ajude na leitura ativa e o leve a identificar a diversidade de materiais que se encontram a seu alcance. Se você também realiza um trabalho interessante de incentivo à leitura, junte-se a nós divulgando-o em nosso site. Juntos uniremos esforços em prol da leitura não só habitual, mas prazerosa. Compartilhar: Tweet ::Voltar::

Jacira Fagundes Apresentação: O Projeto “A vez do conto”, de autoria da escritora Jacira Fagundes, visa expandir o interesse e a formação do hábito de leitura nas escolas públicas e particulares, com apoio no gênero de literatura– o conto – e sua forma mais reduzida – o mini conto. Justificativa: Em encontros de escolas públicas de Porto Alegre e cidades do interior do RS, a autora vem se defrontando com uma triste realidade. Tem constatado falta de interesse, principalmente do jovem e de alguns professores, quanto à leitura de obras literárias como atividade pertinente ao processo ensino-aprendizagem. Nas classes iniciais ainda persiste um interesse entre o alunado e professores, considerando-se a inclusão regular de projetos de leitura, hora do conto, apoio de bibliotecários, apoio das artes visuais, teatro, dança e as diversas atividades que a escola oferece ao longo do processo. À medida que o ensino torna-se mais complexo, estruturado por áreas ou disciplinas, processando-se de forma contuidista e disciplinar, consagra-se o afastamento da obra literária das atividades curriculares. Com exceção do professor de português ou de literatura, os demais professores passam a oportunizar poucas ou raras situações que envolvem literatura. Nem por isso deixa de ser uma preocupação da escola, a formação do hábito de leitura. A queixa de professores tem sido pertinente: o aluno não lê. Perguntado diretamente ao aluno “por que não lê”, as respostas apontam o “não gostar de ler” e o ser “chato e cansativo” o tempo de envolvimento com leitura. O professor vê-se num impasse e a leitura passa a ser algo obrigatório e contra producente. Torna-se necessário reconduzir o processo, conquistando o aluno para a atividade de leitura, desenvolvida com prazer, como necessidade de informação e conhecimento e ainda como iniciativa própria. Hoje, mais que ontem, o jovem vê-se contaminado pelos meios eletrônicos de comunicação. TV e INTERNET ganham em disparado o interesse em todos os campos, muitas vezes informando de maneira pouco clara e fidedigna; uma informação fácil e de imediato acesso, que possibilita, no caso da INTERNET, obediência a simples comandos copiar/colar/imprimir. Ações realizadas de forma automática, sem critérios de real entendimento, sem crítica, e principalmente sem assimilação do conhecimento necessário. É sabido que é através do texto literário que o hábito de leitura se forma. Porém, é preciso reconhecer o fato de a leitura de extensas obras literárias – sejam infanto-juvenis ou a dita literatura adulta – , tornarem-se exaustivas e desinteressantes para o aluno que não adquiriu o hábito de ler por iniciativa própria. Principalmente se comparada com os meios atuais de comunicação acelerada que constituem a maior parte do cotidiano hoje. O conto constitui unidade literária por excelência, uma vez que encerra uma narrativa com começo, meio e fim, e oferece a vantagem de uma narrativa curta, sem desvios do foco principal, concisa e de desenvolvimento mais instigante, mais limpo e ágil do que uma narrativa longa. A leitura de um conto despende menor tempo e assegura maior envolvimento do leitor não habituado a ler; além de estar em melhores condições de concorrência com os demais meios de comunicação que vem sendo utilizados. A leitura de contos e de mini contos pode ser a etapa que prepara para a leitura de maior porte, aquela em que apenas um pequeno percentual da população se dedica com disciplina. Aprender a gostar e desenvolver a prática de ler, através da leitura de contos – e também de mini contos e micro contos – pode significar um ganho em termos de aquisição do hábito e da formação de futuros leitores. Objetivo geral: Realizar oficina de leitura em escolas públicas e particulares, ou em espaços culturais tais como: livrarias, feiras, bibliotecas públicas e demais ambientes afins; com enfoque no gênero literário conto , promovendo o gosto e a formação do hábito de leitura– aprendizagens essenciais e permanentes no decorrer da vida humana Objetivos específicos: Reafirmar a importância da literatura na vida estudantil Estimular a leitura e a compreensão de textos nas diferentes áreas de ensino Direcionar o aluno na elaboração de um projeto de leitura segundo as próprias preferências e possibilidades. Público alvo: O projeto pretende atingir alunos do 5ª ano em diante, assim como professores e bibliotecários de escolas públicas e particulares, pais e interessados em geral. * Jacira Fagundes: Escritora, oficineira e artista plástica, natural de Porto Alegre/RS CONTATOS: www.jacirafagundes.com http://historiasquepintam.blogspot.com jamafag@projetospedagogicosdinamicos.com PPD indica o livro da autora: No limite dos sentidos – contos – Editora Movimento- 2009 No limite dos sentidos é mais que uma reunião de contos. É uma espécie de tear em que cada conto é um ponto bem trabalhado, planejado, feito para estar ali em harmonia com o conjunto. Assim o livro revela conflitos familiares perdidos no tempo e no espaço, ou nos nossos próprios tempo e espaço: uma família vela indiferente o corpo de matriarca, outra luta contra os parentes por determinada herança, um professor refugia-se da mulher num escritório onde transitam sapos, uma menina descobre o desejo nos braços de outra, uma mãe convence o filho a visitar o pai no “dia do pai”, um rapaz reencontra na primeira-dama da cidade seu primeiro amor. Histórias de amor, morte, desejo, silêncios que revelam muito de cada família, de cada um de nós. No limite dos sentidos é um pouco a nossa forma apressada de viver, na maioria das vezes no atropelo dos sentidos. A equipe PPD também realiza oficinas, cursos, palestras de incentivo à leitura nas escolas em todo país. Para maiores informações e solicitação de orçamento acesse: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/cursos.htm Para a plena leitura, exige-se mais do que a simples decifração dos caracteres. Hoje distingue-se entre analfabetismo total e analfabetismo funcional: faz-se referência a este quando uma pessoa, apesar de saber ler, escrever e executar operações aritméticas simples, possui um horizonte cultural tão limitado que carece de motivação para aproximar-se da informação disponível em forma de texto escrito, seja de caráter prático, seja de tipo cultural ou recreativo. Isso, evidentemente, torna inútil seu conhecimento das noções básicas de leitura e escrita e não lhe permite sair da situação de pobreza cultural que se acentua com o passar dos anos. Considera-se, portanto, que não basta ensinar a ler, mas é necessário criar o hábito da leitura. Promovem-se, para isso, no meio escolar e depois no meio habitual, ações de sensibilização e de animação para a leitura, com a criação de bibliotecas públicas ambulantes, a edição de livros de preço reduzido, clubes ou círculos de leitura etc. A tarefa de sensibilização para a leitura deve começar no período escolar e, assim como a própria aprendizagem da leitura, inserir-se na realidade circundante. As novas técnicas de ensino tornam a aprendizagem menos penosa e cansativa, deixando tempo e energias disponíveis para atividades de extensão cultural. Dessa forma, o aluno se liberta em parte da disciplina exigida pelo aprendizado regrado e pode desenvolver suas próprias preferências. A tarefa de incentivo à leitura deve apresentar-se com o atrativo das atividades lúdicas e insistir na vertente criativa. O estímulo deve ocorrer sob o signo da criatividade, para responder às exigências de aperfeiçoamento pessoal e assim suprimir a influência uniformizadora do ensino tradicional. O objetivo primordial é, acima de tudo, levar o leitor potencial a descobrir o valor lúdico do livro, que essa descoberta o ajude na leitura ativa e o leve a identificar a diversidade de materiais que se encontram a seu alcance. Se você também realiza um trabalho interessante de incentivo à leitura, junte-se a nós divulgando-o em nosso site. Juntos uniremos esforços em prol da leitura não só habitual, mas prazerosa. Compartilhar: Tweet ::Voltar::

Jacira Fagundes

Apresentação:

O Projeto “A vez do conto”, de autoria da escritora Jacira Fagundes, visa expandir o interesse e a formação do hábito de leitura nas escolas públicas e particulares, com apoio no gênero de literatura– o conto – e sua forma mais reduzida – o mini conto.

Justificativa:

Em encontros de escolas públicas de Porto Alegre e cidades do interior do RS, a autora vem se defrontando com uma triste realidade. Tem constatado falta de interesse, principalmente do jovem e de alguns professores, quanto à leitura de obras literárias como atividade pertinente ao processo ensino-aprendizagem. Nas classes iniciais ainda persiste um interesse entre o alunado e professores, considerando-se a inclusão regular de projetos de leitura, hora do conto, apoio de bibliotecários, apoio das artes visuais, teatro, dança e as diversas atividades que a escola oferece ao longo do processo.

À medida que o ensino torna-se mais complexo, estruturado por áreas ou disciplinas, processando-se de forma contuidista e disciplinar, consagra-se o afastamento da obra literária das atividades curriculares. Com exceção do professor de português ou de literatura, os demais professores passam a oportunizar poucas ou raras situações que envolvem literatura.

Nem por isso deixa de ser uma preocupação da escola, a formação do hábito de leitura. A queixa de professores tem sido pertinente: o aluno não lê. Perguntado diretamente ao aluno “por que não lê”, as respostas apontam o “não gostar de ler” e o ser “chato e cansativo” o tempo de envolvimento com leitura.

O professor vê-se num impasse e a leitura passa a ser algo obrigatório e contra producente. Torna-se necessário reconduzir o processo, conquistando o aluno para a atividade de leitura, desenvolvida com prazer, como necessidade de informação e conhecimento e ainda como iniciativa própria.

Hoje, mais que ontem, o jovem vê-se contaminado pelos meios eletrônicos de comunicação. TV e INTERNET ganham em disparado o interesse em todos os campos, muitas vezes informando de maneira pouco clara e fidedigna; uma informação fácil e de imediato acesso, que possibilita, no caso da INTERNET, obediência a simples comandos copiar/colar/imprimir. Ações realizadas de forma automática, sem critérios de real entendimento, sem crítica, e principalmente sem assimilação do conhecimento necessário.

É sabido que é através do texto literário que o hábito de leitura se forma. Porém, é preciso reconhecer o fato de a leitura de extensas obras literárias – sejam infanto-juvenis ou a dita literatura adulta – , tornarem-se exaustivas e desinteressantes para o aluno que não adquiriu o hábito de ler por iniciativa própria. Principalmente se comparada com os meios atuais de comunicação acelerada que constituem a maior parte do cotidiano hoje.

O conto constitui unidade literária por excelência, uma vez que encerra uma narrativa com começo, meio e fim, e oferece a vantagem de uma narrativa curta, sem desvios do foco principal, concisa e de desenvolvimento mais instigante, mais limpo e ágil do que uma narrativa longa. A leitura de um conto despende menor tempo e assegura maior envolvimento do leitor não habituado a ler; além de estar em melhores condições de concorrência com os demais meios de comunicação que vem sendo utilizados.

A leitura de contos e de mini contos pode ser a etapa que prepara para a leitura de maior porte, aquela em que apenas um pequeno percentual da população se dedica com disciplina. Aprender a gostar e desenvolver a prática de ler, através da leitura de contos – e também de mini contos e micro contos – pode significar um ganho em termos de aquisição do hábito e da formação de futuros leitores.

Objetivo geral:

Realizar oficina de leitura em escolas públicas e particulares, ou em espaços culturais tais como: livrarias, feiras, bibliotecas públicas e demais ambientes afins; com enfoque no gênero literário conto , promovendo o gosto e a formação do hábito de leitura– aprendizagens essenciais e permanentes no decorrer da vida humana

Objetivos específicos:

Reafirmar a importância da literatura na vida estudantil

Estimular a leitura e a compreensão de textos nas diferentes áreas de ensino

Direcionar o aluno na elaboração de um projeto de leitura segundo as próprias preferências e possibilidades.

Público alvo: O projeto pretende atingir alunos do 5ª ano em diante, assim como professores e bibliotecários de escolas públicas e particulares, pais e interessados em geral.

* Jacira Fagundes: Escritora, oficineira e artista plástica, natural de Porto Alegre/RS CONTATOS:

www.jacirafagundes.com http://historiasquepintam.blogspot.com jamafag@projetospedagogicosdinamicos.com

PPD indica o livro da autora:

No limite dos sentidos – contos – Editora Movimento- 2009

No limite dos sentidos é mais que uma reunião de contos. É uma espécie de tear em que cada conto é um ponto bem trabalhado, planejado, feito para estar ali em harmonia com o conjunto. Assim o livro revela conflitos familiares perdidos no tempo e no espaço, ou nos nossos próprios tempo e espaço: uma família vela indiferente o corpo de matriarca, outra luta contra os parentes por determinada herança, um professor refugia-se da mulher num escritório onde transitam sapos, uma menina descobre o desejo nos braços de outra, uma mãe convence o filho a visitar o pai no “dia do pai”, um rapaz reencontra na primeira-dama da cidade seu primeiro amor. Histórias de amor, morte, desejo, silêncios que revelam muito de cada família, de cada um de nós. No limite dos sentidos é um pouco a nossa forma apressada de viver, na maioria das vezes no atropelo dos sentidos.

A equipe PPD também realiza oficinas, cursos, palestras de incentivo à leitura nas escolas em todo país.

Para maiores informações e solicitação de orçamento acesse: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/cursos.htm

Para a plena leitura, exige-se mais do que a simples decifração dos caracteres. Hoje distingue-se entre analfabetismo total e analfabetismo funcional: faz-se referência a este quando uma pessoa, apesar de saber ler, escrever e executar operações aritméticas simples, possui um horizonte cultural tão limitado que carece de motivação para aproximar-se da informação disponível em forma de texto escrito, seja de caráter prático, seja de tipo cultural ou recreativo. Isso, evidentemente, torna inútil seu conhecimento das noções básicas de leitura e escrita e não lhe permite sair da situação de pobreza cultural que se acentua com o passar dos anos.

Considera-se, portanto, que não basta ensinar a ler, mas é necessário criar o hábito da leitura. Promovem-se, para isso, no meio escolar e depois no meio habitual, ações de sensibilização e de animação para a leitura, com a criação de bibliotecas públicas ambulantes, a edição de livros de preço reduzido, clubes ou círculos de leitura etc.

A tarefa de sensibilização para a leitura deve começar no período escolar e, assim como a própria aprendizagem da leitura, inserir-se na realidade circundante. As novas técnicas de ensino tornam a aprendizagem menos penosa e cansativa, deixando tempo e energias disponíveis para atividades de extensão cultural. Dessa forma, o aluno se liberta em parte da disciplina exigida pelo aprendizado regrado e pode desenvolver suas próprias preferências.

A tarefa de incentivo à leitura deve apresentar-se com o atrativo das atividades lúdicas e insistir na vertente criativa. O estímulo deve ocorrer sob o signo da criatividade, para responder às exigências de aperfeiçoamento pessoal e assim suprimir a influência uniformizadora do ensino tradicional. O objetivo primordial é, acima de tudo, levar o leitor potencial a descobrir o valor lúdico do livro, que essa descoberta o ajude na leitura ativa e o leve a identificar a diversidade de materiais que se encontram a seu alcance.

Se você também realiza um trabalho interessante de incentivo à leitura, junte-se a nós divulgando-o em nosso site. Juntos uniremos esforços em prol da leitura não só habitual, mas prazerosa.

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