Provérbios, quem não os conhece? Essas expressões tão peculiares à cultura das famílias são desde cedo aprendidas como um legado que herdamos de gerações anteriores (as avós costumam ser mestres no assunto) e que nos cabe passar adiante. Mas podemos brincar com eles, não podemos? Essa atividade vai mostrar que o uso de provérbios na aula de Língua Portuguesa pode proporcionar momentos de reflexão... e de criatividade!
Peça aos alunos que pesquisem provérbios entre suas famílias, com amigos, parentes, em livros ou na internet. É importante que, na pesquisa, tenham conhecimento das situações de uso desses provérbios e também apresentem um estudo da sua forma. Poderá ser analisada, por exemplo, a estrutura binária dos provérbios (dê-lhes o tempo necessário).
Faça o inventário do material pesquisado. (Será interessante que a seleção final deste material seja reproduzida para todos.) Convide então os alunos a brincar com os provérbios, construindo novos significados, a partir da substituição de uma das partes.
Exemplos:
a) Água mole em pedra dura, tanto bate, que encharca tudo.
b) Quem ri por último, não entendeu a piada.
c) A pressa é amiga do avião.
d) É melhor um pássaro na mão do que na boca de um cão.
Sugestão:
Peça aos alunos que ilustrem os provérbios - "novos" ou antigos – e exponha esse material.